
A inteligência artificial (IA) cresce a cada dia mais e, a partir disso, profissões não só se atualizam, mas também se transformam.
Introdução
Nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) chegou para transformar as relações humanas, tanto pessoas quanto as de trabalho, na Psicologia não poderia ser diferente, enquanto muitos temem uma possível substituição de sua profissão, outros abraçam a nova tecnologia como uma forte auxiliar.
As novas tecnologias
Cada avanço tecnológico traz preocupações justificáveis sobre a adequação das novas profissões, especialmente no caso das Inteligências Artificiais (IAs). Programas capazes de reproduzir e até mesmo ampliar os pensamentos humanos podem causar espanto em qualquer profissional inserido no mercado de trabalho, particularmente os psicólogos. No entanto, a IA pode proporcionar grandes benefícios para a Psicologia Aplicada.
Um uso relevante da Inteligência Artificial está no diagnóstico de pacientes. A IA pode auxiliar psicólogos mapeando os sintomas relatados pelos pacientes e analisando-os para identificar possíveis diagnósticos de doenças mentais. Dessa forma, a IA atua como uma ferramenta de suporte, ajudando os psicoterapeutas a chegarem a conclusões mais precisas e rápidas sobre as condições de saúde mental dos pacientes.
É pertinente frisar que as IA’s não podem substituir ou reproduzir os sentimentos humanos, pelo menos no estado na qual elas se encontram no momento. O contato com um ser humano é vital em uma sessão de psicoterapia, não há substituição de um profissional por uma máquina.
Homem X Máquina
Preocupados com os efeitos das inteligências artificiais na mente humana, pesquisadores de todo o mundo têm realizado estudos sobre o tema. Por exemplo, a equipe da revista americana focada em inovações e novas tecnologias, Fast Company, descobriu em uma de suas pesquisas que os funcionários estão mais dispostos a serem monitorados no ambiente de trabalho se esse rastreamento for realizado por uma tecnologia, e não por um ser humano.
O estudo demonstra que, apesar das preocupações com o surgimento de novas tecnologias, ainda somos suscetíveis a experimentar novas formas de trabalho e interação, mesmo que sejam não-humanas. O medo de sermos julgados por nossos pares incomoda, e por isso, estamos mais abertos à vigilância por máquinas, mesmo sem conhecer as consequências dessas ações a longo prazo.
Do ponto de vista psicológico, essa disposição em aceitar o monitoramento por uma IA pode ser explicada pela teoria da despersonalização, onde a interação com uma entidade não-humana reduz a ansiedade e o medo de julgamento. Além disso, essa tecnologia pode ser vista como uma ferramenta mais imparcial e objetiva, o que pode gerar uma sensação de justiça e precisão no ambiente de trabalho. No entanto, é crucial que psicólogos e especialistas em saúde mental continuem a estudar e entender os impactos dessas interações tecnológicas na psique humana para garantir que o uso da IA traga benefícios sem prejudicar o bem-estar mental dos indivíduos.
Conclusão
Por mais que sejamos suscetíveis e abertos aos avanços das IA’s, suas consequências psicológicas ainda não são exatamente catalogadas por conta das Inteligências Artificiais serem uma tecnologia nova para o público. O papel do psicólogo na era das inteligências artificiais continua sendo o de médico da mente, porém, com certas facilidades quando utilizar e compreender as IA’s como um programa auxiliar e não como uma ameaça a sua profissão.
Um dos pilares do Instituto Soul ao atuar nas diversas áreas da Psicologia Aplicada é levar um sentido de amplitude e união corpo, mente e espírito a partir da compreensão que tudo começa dentro do ser humano que existe em cada pessoa, tal compreensão é essencial para um convívio aliado às novas tecnologias emergentes.
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