
Empresas que abraçam a neurodiversidade não apenas cumprem metas de ESG: elas constroem times mais inovadores, éticos e humanos.
Pesquisas indicam que pessoas com TEA frequentemente exibem habilidades extraordinárias como atenção a detalhes, pensamento lógico, foco prolongado e precisão, características valorizadas em tarefas que exigem análise, controle de qualidade ou solução de problemas complexos. Essas competências impactam diretamente a produtividade e a inovação das organizações.
Exemplos de empresas que lideram esse movimento:
- Microsoft, com seu programa Autism Hiring Program (2015), contratou mais de 100 profissionais neurodivergentes para áreas técnicas como desenvolvimento e teste de software. O resultado: maior qualidade nos produtos e aumento da criatividade nos times.
- SAP, por meio do Autism at Work (desde 2013), contratou mais de 160 pessoas autistas em 13 países. A empresa relata crescimento em inovação, precisão operacional e engajamento interno. A taxa de retenção de talentos neurodivergentes ultrapassa 90%.
- JPMorgan Chase implementou o programa Autism at Work em parceria com a Specialisterne. Estagiários neurodivergentes demonstraram até 92% mais produtividade e 99% de retenção ao longo do programa.
- No Brasil, o Itaú-Unibanco, em parceria com a Specialisterne, contratou mais de 30 profissionais com autismo. Os feedbacks destacam habilidades analíticas, foco e a capacidade de trazer perspectivas diferentes e inspiradoras ao time.
Além dessas corporações, institutos como a Specialisterne, fundada por Thorkil Sonne, são referência global, oferecendo serviços de TI e avaliação de talentos com identificação formal de potencial neurodiverso como diferencial competitivo.
O que essas iniciativas revelam:
- Inclusão não se resume a presença, é também sobre valor.
- Adaptações simples, como ambientes com menos ruído ou entrevistas diferenciadas, podem liberar inovação e desempenho.
- Times neurodiversos costumam ser mais produtivos, criativos e com menor taxa de turnover. A inclusão gera cultura e impacto econômico.
Se sua empresa busca ser mais humana, ética e estratégica, apoiar a neurodiversidade por meio de contratação, de programas internos ou de parcerias com projetos sociais como os do Instituto Soul não é só justo: é um diferencial real.
Transformar não é apenas pensar diferente. É pensar com todos.
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