
Por muito tempo, a inclusão de pessoas neurodivergentes foi tratada como uma pauta sensível, limitada à responsabilidade social ou a ações pontuais de diversidade. Hoje, esse olhar precisa amadurecer. Não apenas por ética ou justiça, mas por estratégia. Empresas que incluem pessoas com diferentes modos de funcionamento cognitivo estão se posicionando na vanguarda da inovação, da adaptabilidade e da inteligência organizacional.
Neurodiversidade não é exceção. É parte da diversidade humana. O termo abrange pessoas com condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, dislexia, dislalia, entre outras. São formas únicas de perceber, sentir e interagir com o mundo. Quando respeitadas e integradas, essas diferenças geram perspectivas que rompem com padrões rígidos de pensamento e ampliam a capacidade criativa das equipes.
Grandes mentes fazem parte do universo neurodivergente, Bill Gates, um empresário americano mundialmente conhecido por fundar a Microsoft, a mais conhecida empresa de software do mundo é um grande exemplo.
Ao contrário da crença de que a inclusão exige grandes adaptações, muitas vezes o que se pede são ajustes simples: clareza nas rotinas, redução de ruídos sensoriais, acolhimento das formas distintas de comunicação e um ambiente que valorize o talento em vez do estereótipo. O que custa pouco pode gerar muito.
Na lógica do ESG, isso se traduz em todos os pilares:
- Ambiental: práticas mais humanas tendem a ser mais sustentáveis, uma vez que ambientes que respeitam os ritmos e necessidades das pessoas também reduzem desperdícios, promovem bem-estar duradouro e fortalecem a consciência coletiva sobre o impacto que causamos no mundo.
- Social: inclusão de minorias e promoção da equidade real.
- Governança: políticas consistentes de diversidade e ética institucional.
Mas há mais: o ganho de reputação, o fortalecimento da marca empregadora e o diferencial competitivo no mercado. Empresas que apoiam ou se vinculam a projetos sociais que acolhem pessoas neurodivergentes, como o Projeto Cuidare, um piloto que pode ser multiplicado em diversas cidades e organizações, e atuam diretamente na transformação de territórios e ajudam a romper com ciclos de exclusão.
O Cuidare é uma das iniciativas do Instituto Soul que oferece atendimentos gratuitos e especializados a crianças e adolescentes neurodivergentes em Piau (MG). Psicólogos, nutricionistas e fonoaudiólogos atuam juntos para criar uma rede de cuidados. E empresas podem apoiar esse projeto com retorno financeiro: por meio do FIA e de outras formas de incentivo fiscal.
A inclusão começa com escuta. Cresce com decisão. E transforma com responsabilidade compartilhada.
Se sua empresa busca inovar com sentido, gerar valor real e atuar com consistência social, apoiar a neurodiversidade é um caminho possível e urgente.Conheça mais sobre os Projeto do Instituto Soul e como se tornar um parceiro transformador em nosso site.

